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É uma desordem comportamental, caracterizada por um impulso incontrolável de arrancar os pelos ou fios de cabelo.

A tricotilomania é 3x mais comum em mulheres do que em homens. As pessoas que sofrem com esse distúrbio usam isso para controlar a ansiedade e o nervosismo. Elas não arrancam apenas os cabelos, arrancam sobrancelhas, cílios e qualquer tipo de pelo que tenha no corpo.

Esse transtorno de comportamento geralmente se desencadeia depois da puberdade, cerca de 1 a 2% das pessoas tem o transtorno. Cerca de 90% dos adultos com tricotilomania são mulheres.

As três causas mais comuns são:

  • Depressão nervosa
  • Transtorno obsessivo
  • Transtorno de ansiedade generalizada

Com o passar do tempo as falhas no couro cabeludo vai aumentando e o indivíduo com tricotilomania vai deixando suas atividades do dia a dia e começa a se isolar do convívio social, passam a evitar contato com as pessoas para que não sofra com julgamentos, olhares e perguntas.

O isolamento social pode agravar a depressão e a ansiedade.

Tratamento

O principal tratamento é a terapia comportamental chamado de treinamento de reversão de hábitos.

Remédios para ansiedade (ansiolíticos e antidepressivos podem ser utilizados como parte do tratamento) 40% dos pacientes depois de arrancarem os cabelos desenvolvem o hábito de engolir os fios, distúrbio que caracteriza tricofagia. Como o estômago não tem capacidade de digerir queratina eles se acumulam no sistema digestório, chegando ao ponto de formar um bolo compactado denominado tricobezoar, que bloqueia o trânsito gastro intestinal com consequências graves a saúde, cirurgia e até óbito.

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